sábado, 16 de julho de 2011

Crime choca a comunidade judaica em Nova York

Pelos requintes de perversidade e covardia, o crime foi um dos mais bárbaros dos últimos anos nos Estados Unidos. A vítima, um menino de 8 anos, e o assassino, de 35, pertenciam ambos à imensa e unida comunidade judaica de um bairro do Brookliyn, NY.
O menino Leiby Klettzky deixou o summer camp na segunda-feira - 11 de julho - e, pela primeira vez, voltava sozinho para casa, a sete quadras de distância, onde seus pais o esperavam em uma livraria. Com dificuldades de encontrar o caminho, pediu ajuda a Levi Aron, judeu como ele.
Foi o erro fatal de Leiby. Aron o sequestrou e o levou para casa, onde o matou com a maior frieza. Em seguida cortou o corpo do menino em pedaços. Partes do corpo, foram colocadas em uma mala, que o assassino jogou numa lixeira a duas milhas de distância. Outras partes estavam ainda em sua geladeira, quando a polícia chegou lá.
Com o auxilio de imagens gravadas por câmeras de segurança, a polícia não teve dificuldades de chegar até Aron. Preso, ele confessou o crime. Nega que tenha molestado sexualmente a criança, mas também não explica os motivos que o levaram a cometer o crime. Diz apenas que ficou assustado quando viu a mobilização da polícia e da comunidade em busca do garoto.
O advogado de Aron já entrou em ação e pediu ao juiz um exame de sanidade mental em seu cliente, que alega ouvir vozes mandando ele fazer coisas que não quer.
A comunidade judaica do Brooklyn está chocada e procurando entender as razões do crime. Milhares de judeus ortodoxos ocuparam as ruas do bairro para homenagear a inocente vítima.


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