Estado desautoriza decisão de secretário de Infraestrutura e anuncia pente-fino
no Daer
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Força-tarefa é intervenção branca de Tarso na secretaria de Beto.
Vida de Marina SilvaTeste de DNA - Lula veta admissão de paternidade
[ notícia de 01 de setembro de 2010 - jornalista: Nathalia Passarinho - site G1 ]
O [ex]presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou projeto de lei que previa “admissão tácita” de paternidade nos casos em que o suposto pai se recusa a fazer teste de DNA. A proposta, de autoria da [ex]deputada Iara Bernardi (PT-SP), foi aprovada pelo Congresso Nacional.
O texto afirma que quando o suposto pai se nega a entregar material genético, há a “presunção relativa” da paternidade. A regra só valeria para pedidos feitos pelo Ministério Público ou por alguém que tenha “legítimo interesse” na comprovação da paternidade.
Atualmente, o entendimento é aplicado pelo Judiciário em casos concretos com base em uma jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).Um caso recente que se enquadraria no espírito da proposta vetada por Lula é o do [ex]vice-presidente da República, José Alencar.
O juiz da comarca de Caratinga (MG), José Antônio Cordeiro, determinou que Alencar reconhecesse a paternidade da professora aposentada Rosemary de Morais, de 55 anos, porque ele se recusou a fazer o teste de DNA.
Segundo seu advogado, José Diogo Bastos, o [ex]vice-presidente da República poderia se abster de fazer o teste porque no processo não havia indícios da paternidade. Bastos afirma que a sentença foi contrária aos autos e pediu ao juiz do caso que dê publicidade a todo o processo, o que foi negado.
Na decisão o juiz avaliou o pedido como "meramente protelatório" e reafirmou que decisões anteriores do STJ justificam a determinação de reconhecer a paternidade depois da recusa do [ex]vice-presidente em fazer o exame de DNA.
"Não se pode conceber que uma ação de paternidade demore por mais de dez anos só porque o réu coincidentemente é pessoa pública notória. Se virar moda que uma ação de paternidade demore por mais de dez anos, é bem possível que a paternidade seja questão a ser excluída do Poder Judiciário", afirmou o juiz na decisão.
O governo resolveu se mexer depois de denúncias de fraude na relação entre o Daer, prefeituras e empresas fabricantes de controladores eletrônicos de velocidade, o que resultou num pedido de CPI.1- O Daer não fará mais fiscalização de rodoviárias, transporte de cargas e passageiros, fretamento de turismo.
2- As funções extirpadas do Daer, passarão para uma Agência do Daer, que será criada dentro de 60 dias.
Um padre que abençoava militares argentinos e os vôos da morte por meio dos quais a ditadura jogava presos políticos-desaparecidos vivos no mar, foi localizado por jovens militantes em uma paróquia de San Martín, na província de Buenos Aires, e denunciado publicamente enquanto rezava a missa. O padre Alberto Angel Zanchetta, que em 2009 foi aposentado como capitão de fragata e capelão da Marinha, continua exercendo o sacerdócio em paróquias da capital argentina e arredores, apoiado pelo cardeal Jorge Bergoglio. Entre os anos 1975 e 1976, Zanchetta serviu na Escola de Mecânica da Armada (ESMA), considerada o maior centro clandestino de detenção da ditadura e onde desapareceram cerca de 5 mil pessoas. Depois que o Ministério da Defesa, comandado pela advogada Nilda Garré, determinou a remoção de Zanchetta em 2009, ele foi descoberto em uma igreja do antigo bairro de San Telmo. Diante do escândalo, a cúpula da Igreja Católica enviou-o para Itália por um tempo e, acreditando que tudo havia caído no esquecimento, decidiu reintegrá-lo à paróquia da localidade de 3 de fevereiro, próxima da de San Martín, onde ele foi novamente localizado por familiares dos desaparecidos e sobreviventes. No dia 6 de março, o padre foi enviado então para a paróquia de San Martín, mas ele foi mais uma vez localizado por familiares de desaparecidos que alertaram os moradores do lugar. Quase ao terminar a missa, no último domingo, um grupo de militantes da Juventude Peronista Evita e familiares de vítimas seguiram atentamente seu sermão, carregado de intrigas políticas. Um dos jovens levantou-se, interrompeu a missa e disse a todos os assistentes que aquele padre havia estado na ESMA durante a ditadura, enquanto seus companheiros distribuíam um panfleto contendo um alerta aos moradores. “Na igreja de seu bairro um assassino está rezando a missa”, denunciava o panfleto. No dia seguinte, integrantes da Pastoral Social pediram ao bispo da região que retirasse Zanchetta da paróquia. A comunidade espera agora uma decisão da Cúria, enquanto seguem aparecendo cartazes dizendo que, como aconteceu com os nazistas, os assassinos da ditadura serão buscados não importa onde forem. No livro "El vuelo", de Horacio Verbistky, o ex-capitão da Marinha, Adolfo Scilingo, preso atualmente na Espanha, fez sua primeira revelação sobre sua participação nos vôos da morte. Ele relatou que no regresso do primeiro vôo em que atuou jogando pessoas ao mar se sentiu muito mal e se aproximou de um capelão da Marinha, que o acalmou dizendo que era uma morte cristã porque as vítimas não sofriam.
O governo da Jordânia tenta repatriar livros feitos de chumbo que, segundo suspeitas de especialistas, parecem ser os mais antigos da história cristã, tendo sobrevivido a quase 2.000 anos em uma caverna do país do Oriente Médio. As relíquias, que estão atualmente em Israel, poderiam trazer à luz novos dados sobre o nascimento do cristianismo e sobre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo. O conjunto de cerca de 70 livros, cada um com entre 5 e 15 "folhas" de chumbo presas por aros de chumbo, foi aparentemente descoberto em um vale remoto e árido no norte da Jordânia, entre 2005 e 2007. Uma enchente expôs dois nichos dentro da caverna, um deles marcado com um menorá, candelabro que é símbolo do judaísmo. Um beduíno jordaniano abriu os nichos e o que encontrou ali dentro parece ser uma extremamente rara relíquia dos primórdios do cristianismo. Essa é a visão do governo da Jordânia, que alega que os livros foram contrabandeados para Israel por outro beduíno. O beduíno israelense que atualmente guarda os livros nega tê-los contrabandeado e alega que as antiguidades são peças que sua família possui há cem anos. O governo jordaniano disse que fará "todos os esforços, em todos os níveis" para repatriar as relíquias. O diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad Al-Saad, diz que os livros parecem ter sido feitos por seguidores de Jesus nas décadas seguintes a sua crucificação. "Talvez eles sejam mais significativos que os pergaminhos do mar Morto (relíquias descobertas nos anos 1940 que contêm textos bíblicos)", disse Saad. "Talvez eles precisem de mais interpretação e conferência de autenticidade, mas a informação inicial é muito animadora. Parece que estamos diante de uma descoberta importante e significativa, talvez a mais importante da história da arqueologia". As "folhas" dos livros, a maioria delas do tamanho de um cartão de crédito, contêm textos escritos em hebraico antigo, a maior parte em código. Se as relíquias forem de fato de origens cristãs, em vez de judáicas, são de grande significado. Um dos poucos a ter visto a coleção é David Elkington, acadêmico que estuda arqueologia religiosa e líder de uma equipe britânica empenhada em levar os livros a um museu na Jordânia. Elkington alega que os livros podem ser "a maior descoberta da história cristã": "É de tirar o fôlego a idéia que tenhamos contato com objetos que podem ter sido portados pelos primeiros santos da Igreja". O acadêmico diz que as relíquias contêm sinais que seriam interpretados, pelos cristãos da época, como imagens de Jesus e de Deus e da "chegada do messias". Na "capa" de um dos livros "vemos o menorá de sete ramificações, o que os judeus eram proibidos de representar porque ele residia no local mais sagrado do templo, na presença de Deus", explica Elkington: "Assim, temos a vinda do messias para obter a legitimidade de Deus". Philip Davies, professor emérito de estudos do Velho Testamento da Universidade de Sheffield, afirma que a prova mais contundente da origem cristã das relíquias está em um mapa feito da cidade sagrada de Jerusalém. "Há uma cruz em primeiro plano e, atrás dela, está o que seria a tumba (de Jesus), um pequeno edifício com uma abertura e as muralhas da cidade. Outras muralhas representadas em outras páginas dos livros quase certamente se referem a Jerusalém", diz Davies, que afirma ter ficado "estupefato" com as imagens, "claramente cristãs". A cruz é o que mais chama a atenção dos especialistas, feita no formato de um T maiúsculo, como eram as cruzes que os romanos usavam para crucificações. "É uma crucificação ocorrida fora dos muros da cidade", diz Davies. Margaret Barker, especialista em história do Novo Testamento, ressalta que o local onde se acredita que as relíquias tenham sido encontradas denota sua origem cristã, e não puramente judaica: "Sabemos que, em duas ocasiões, grupos de refugiados dos distúrbios em Jerusalém rumaram a leste, atravessaram a Jordânia perto de Jericó e foram para perto de onde esses livros parecem ter sido achados". Ela acrescenta que outra prova da "proveniência cristã" é que as relíquias são em formato de livros, e não de pergaminhos: "Os cristãos eram particularmente associados com a escrita na forma de livros e guardavam os livros como parte da secreta tradição do início do cristianismo". O Livro das Revelações se refere a esses textos guardados. Outro possível elo com a Bíblia está contido em um dos poucos fragmentos de texto que foram traduzidos das relíquias. O fragmento, acompanhado da imagem da menorá, diz: "Devo andar honradamente", frase que também aparece no Livro das Revelações. Ainda que a frase possa simplesmente significar um sentimento comum no judaísmo, pode também se referir à ressurreição. Não está esclarecido se todos os artefatos descobertos são parte do mesmo período, mas testes feitos no chumbo corroído dos livros indica que eles não foram feitos recentemente.
Logo após a veiculação da notícia da morte do ex-vice-presidente José de Alencar ser confirmada pelos principais portais, a conta @CulturaSP publicou a seguinte mensagem: “PQ foi o José Alencar e não o #Sarney?”. Antes de ser apagada, a mensagem recebeu diversos retuítes.Consumado o constrangimento, a secretaria vinculada ao governo tucano de Geraldo Alckmin viu-se compelida a pedir desculpas.
O médico Raul Cutait, um dos coordenadores das equipes médicas que acompanhavam o estado de saúde do ex-vice-presidente José Alencar, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, deu um diagnóstico final para seu paciente na manhã de terça-feira - 29 de março. "Ele está em uma fase muito ruim da vida dele. Voltou a ter uma perfuração no abdômen, que não tem mais condições de tratamento cirúrgico. Mas estamos dando a ele todas as medidas de suporte para que ele não sofra. Ele está com muito analgésico para não sentir dor, por isso está sonolento o tempo todo".Os médicos constataram mais uma perfuração do intestino e um quadro de peritonite. Não havia mais nada a fazer, porque José Alencar não tinha condições para passar por nova cirurgia. Então o paciente foi sedado para passar pelas suas últimas horas.
Ou seja, ele informou que José Alencar foi sedado e que agora os médicos só esperavam pela sua morte.
EmancipaRS
Na política, como se sabe, o tempo faz justiça aos malfeitores.
Pelo calendário informal do ministro Joaquim Barbosa, toda a instrução do processo estará concluída em abril ou maio. Depois disso, ele terá de analisar as mais de 42 mil páginas, reunidas em mais de 200 volumes, com quase 600 depoimentos e um calhamaço de provas colhidas.